Contiando as atividades da última Sexta !!
Contiando as atividades da última Sexta !!
Mesmo quem não é lá muito chegado em Carnaval pode muito bem mudar de opinião se for convidado para ir para Salvador/BA, sem pagar nada, na semana das festas. Afinal de contas, difícil é encontrar algum jovem que não goste de uma bagunça. Por isso mesmo, uma ação promovida via redes sociais resolveu reunir duas turmas, que saíram de São Paulo em direção à capital baiana. Mas o preço pago por eles não é lá muito convencional: o carro que os leva até a folia é movido a “likes”, ou “curtir”, do Facebook.
Em termos práticos, se você der um curtir na página correspondente à ação, o carro que leva esse pessoal andará dez metros. Por isso mesmo, eles precisarão de 220 mil “likes” para percorrer os 2,2 mil quilômetros que separam São Paulo da capital baiana.
A tecnologia por trás desse tipo de recurso, que só libera a gasolina caso o número de “likes” seja alcançado, é simples. Wagner Martins, sócio-diretor da agência de Marketing por trás da criação do “carro movido a ‘Likes’”, explica: “a ideia veio de nosso conceito para o cliente: ‘carro movido a curtição’”, diz Martins. “O que nós fizemos foi criar um aplicativo que contabilize o número de ‘Likes’ e comentários das pessoas que estão na página oficial do cliente. O software, então, envia esses dados a um tablet que está instalado no painel do carro, sempre ligado à internet por conexão 3G. O tablet transforma os dados em metros, determinando quanto o carro pode andar.”. Na “moeda” da empreitada, cada “like” vale 10 metros e cada comentário vale 15 metros.
Segundo Martins, a interpretação de curtidas no Facebook em um sistema métrico é feita pelo próprio aplicativo, em conjunto com o tablet. Quando a quantidade de quilômetros rodados ultrapassa aquela contabilizada pelo tablet, um sinal é enviado para que o sistema, baseado em Arduíno, desligue o motor. “Arduino” nada mais é do que uma microplaca controladora open source que visa automatizar o uso de dispositivos eletrônicos de várias funções. Quer um exemplo rápido? Alarmes automotivos recentes cortam o fornecimento de gasolina, paralisando o veículo. É mais ou menos o mesmo processo. Mas, visando a segurança dos participantes da campanha, Martins complementa: “conforme o veículo vai progredindo na viagem, avisos da quilometragem vão saltar na tela do tablet. Com isso, eles podem planejar estratégia e parar em local seguro – um posto ou outro tipo de abrigo – e aguardar até que novas curtidas garantam a retomada de movimento do automóvel”.
Outro cenário desfavorável que a equipe tentou antecipar com o app foram as áreas onde o sinal 3G é fraco ou inexistente. Para Martins, será importante que os tripulantes tracem uma estratégia de uso dos quilômetros permitidos, mas um reforço está instalado dentro do veículo: “Temos um roteador equipado com chips 3G das quatro operadoras – Oi, Vivo, Claro e TIM – para o caso da conexão no próprio tablet perder sinal. Em caso de desconexão total, os ‘Likes’ continuam valendo, sendo sincronizados novamente, e atualizados assim que uma nova conexão for identificada”.

A ideia da ação é promover a interação massiva de usuários. Segundo o executivo, a intenção é fazer com que a decisão do fã influencie no trabalho de uma marca. Para isso, ela deve oferecer um elemento de troca – neste caso, a interação com o carro. Marcos Alves, o ganhador do concurso que está a bordo de um dos automóveis, diz que, para cumprir esse objetivo, precisará trabalhar pesado junto a seus amigos. “É preciso ter fé que dará tudo certo. Se a gente sentir que as ‘curtidas’ são poucas, vamos incentivar os fãs a nos ajudarem – campanha no ‘Face’, Twitcam – o que importa é ‘curtir’. Aqui, ninguém quer empurrar o carro até Salvador”.
Marcos prevê que estará na capital baiana até sexta-feira, 17/2. São 2,2 mil quilômetros de São Paulo até lá, o que, pelo que o tablet vai indicar, seriam 220 mil “curtidas” no Facebook – uma a cada dez metros. Você acha que eles conseguem? E por que não ajudá-los? Clique aqui e curta essa ação, você também!
Fonte: Olhar Digital
De acordo com o site TechCrunch, o fato de Mark Zuckerberg ter entrado para o Google+ surpreendeu os internautas. Diversos veículos divulgaram que o o CEO do Facebook já organizou um Círculo de amigos na rede social da gigante buscas com diversos colegas de trabalho. Enquanto muitos estavam em dúvida se o verdadeiro Mark Zuckerberg criaria um perfil na rede, o próprio declarou para o blogueiro de tecnologia Robert Scoble que não entendia por que as pessoas estavam tão surpresas dele ter criado um perfil no Google+, pois foi uma atitude normal. Segundo o site, talvez a resposta esteja nos fatos ocorridos no passado quando Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, limitaram suas interações no Facebook. Rumores ainda apontam que ambos criaram contas com pseudônimos apenas para não se exporem. O comportamento de Mark Zuckerberg e de outros fundadores de redes sociais como o Tom Anderson, do MySpace, mostram que pode ser normal participar e desfrutar de serviços concorrentes e isso não precisa, necessariamente, ser considerado um ato de espionagem. No perfil de Tom, o executivo, inclusive, elogiou o serviço do Google. Em sua conta há uma mensagem que diz que, diferentemente do Twitter e Facebook, “o Google+ tem o mais avançado conjunto de produtos como blog, música, classificados, eventos e fotos.”
Autoridades alemãs querem proibir que usuários publiquem festas pelas páginas do facebook graças às confusões que a iniciativa vem causado.
Essas iniciativas necessitaram da mobilização policial da área, em dois exemplos mais conhecidos, uma festa de aniversário particular gerou mais de 15 mil confirmações e 1600 barragens na porta por seguranças e policiais, em outra ocasião, uma festa de 800 participantes gerou 41 detenções e 11 feridos após 100 policias serem chamados por conta de relatos de garrafas e fogos estarem sendo atiradas no local, segundo policiais, o tumulto fora causado por Hooligans.
Se conseguirem, além de medidas de orientação aos jovens sobre convites públicos na rede, todos os danos e custos com as ações policiais irão ser de responsabilidade dos responsáveis dos jovens